domingo, 16 de abril de 2017

CONDICIONAIS: A SAGA (PARTE IV)


And here we are again! Hoje a saga termina, my friends!
E para falarmos do último tópico que é sobre conselhos e recomendações, vamos utilizar as palavras SHOULD, WOULD e COULD. A formação das estruturas são:
1. “IF” + passado simples + conselho/recomendação (should/would/could). 

Ex.: “If I were you, I would study more for the test” (Se eu fosse você, eu estudaria mais para o teste).

2. “IF” + passado simples + conselho/recomendação (should/would/could) + presente perfeito.
Ex.: If we had time, we could have gone to the movies (Se nós tivéssemos tempo, nós poderíamos ter ido cinema).

3. Conselho/recomendação (should/could) + infinitivo. 
Ex.: “I think you should change your job” (Eu acho que você deveria trocar de emprego).

And we finished! A saga se encerra aqui. Mas não pense que o assunto já está terminado. Voltaremos a falar sobre condicionais da língua inglesa, pois este assunto além de importante é vasto.
Teacher Karen agradece por acompanhar a saga das condicionais! Voltarei em breve, CaleidoscopianXs!

domingo, 9 de abril de 2017

Condicionais: A Saga - Parte III



And here we are again!

CaleidoscopianXs! Teacher Karen voltou e voltou com a 3ª parte da nossa Saga Condicionais. E o que temos para hoje? Temos a 3ª Condicional e vamos abordar sobre orações com tema “possibilidades” usando as palavras “may” e “might” para representá-las.

Aqui temos como estrutura “might/may” + infinitivo para falarmos sobre uma futura possibilidade. Ex.: “We might have a picnic tomorrow, but it depends on the weather” (Nós faremos um piquenique amanhã, mas vai depender do clima). A consequência é “nós faremos um piquenique amanhã”, aqui a palavra “might” é que indica a possibilidade. A causa está no presente, por isso sua estrutura é definida como “might/may” + infinitivo.

Como sempre, temos mais exemplos:
• I may go to the mall, but I am not sure. I have a cold (Talvez eu vá ao shopping, mas não tenho certeza. Estou resfriado(a));
• We might go to USA this year, if we get the visa (Talvez nós vamos aos Estados Unidos, se nós obtivermos o visto).

That’s all for today, folks!

Teacher Karen espera você a semana que vêm e quer saber: qual a possibilidade de você perder a última parte da nossa saga? Esteja atento(a)! Saga Condicionais: o desfecho!

Condicionais: A Saga - Parte II



Hello, it’s me...
Teacher Karen está de volta com a parte II da Saga Condicionais da língua inglesa.
Vamos para o assunto de hoje: 2ª Condicional!

Desta vez, a oração, diferentemente da 1ª condicional, a qual a situação referida é sempre verdadeira, como verdades universais, aqui temos referência à uma situação hipotética.
Sua estrutura é composta por a palavra “if” + passado simples + condicional simples + infinitivo. Ex.: “If I had money, I would buy a house” (Se eu tivesse dinheiro, eu compraria uma casa). A causa agora está no passado simples “If I had money” e a consequência, “I would buy a house” é a condicional simples somada ao verbo “to buy” (comprar).

As palavras que representam o condicional simples são: WOULD (usada no exemplo já citado), COULD e MIGHT.

Mais exemplos:
- If I had more time, I could read more books” (Se eu tivesse mais tempo, eu poderia ler mais livros);
- If you were in the city, we might go to the movies (Se você estivesse na cidade, nós poderíamos ir ao cinema).

Esta foi a segunda parte da nossa saga! Domingo que vêm teremos mais. Não percam!

Have a nice week, guys! (=
Teacher Karen.
https://www.facebook.com/Teacher-Karen-1017847294951933/

domingo, 26 de março de 2017

CONDICIONAIS: A SAGA



Caleidoscópianos e anas, Teacher Karen está de volta!
Hoje o tópico é condicionais!

Em inglês, CONDICIONAIS são estruturas as quais descrevem se uma determinada condição, situação ou circunstância é verdadeira resultando em uma consequência específica. Ou seja, são estruturas que designam CAUSA e geram uma determinada CONSEQUÊNCIA.

Este assunto será abordado 4 em partes:
1. 1ª Condicional;
2. 2ª Condicional;
3. Possibilidade;
4. Conselho/Recomendação.

Comecemos, então, está nossa saga de causas e consequências! É importante saber que a palavra IF (SE) será muito utilizada durante a mesma.
1ª Condicional: 
- Presente: refere-se a uma situação que é sempre verdadeira como verdades universais. Ex.: If you freeze water, it turns into ice (Se você congelar água, ela se transfora em gelo). O tempo verbal utilizado aqui, é o presente. Tanto o verbo “congelar” (to freeze) e como “transformar” (to turn into), estão no presente simples.

- Futuro: sua estrutura é composta por “if + presente simples + futuro simples”. Aqui nos referimos à uma situação real ou possível. Ex.: If it rains today, I will stay at home” (se chover hoje, eu ficarei em casa). Temos uma causa no presente “If it rains today” e a consequência “...I will stay at home”. Importante lembrar que o verbo auxiliar “will” indica o futuro simples.
Obs.: a condicional do presente também pode ser usada com infinitivo ou com a palavra “can” (poder). 
Ex.: 
- If you miss the bus, get a taxi (se você perder o ônibus, pegue um taxi).
- If you miss the bus, you can get a taxi (se você perder o ônibus, você pode pegar um taxi).

E por hoje é só amiguinhos! Fiquem atentos. Semana que vêm a saga continua!
Kisses,
Teacher Karen.

domingo, 5 de março de 2017

Diário do José: as emoções dos textos

Boa tarde, Amigos.
Tudo bem com vocês?

AS EMOÇÕES NOS TEXTOS

Os sentimentos e as emoções estão cada vez mais presentes em nossa escrita. Enviar mensagens instantâneas, postagens nas redes sociais e textos diversos com fortes marcas de emoção ou sentimento, tem sido produzidos atualmente com o intuito de se aproximarem cada vez mais dos receptores. No entanto, devemos tomar cuidado para que tais emoções não soem de forma negativa ou exacerbada na comunicação. Por isso, convido vocês a refletirem alguns pontos que devemos nos atentar e termos cautela em utilizarmos nos textos.


INTERJEIÇÕES
As interjeições são as palavras que exprimem sentimentos, emoções, sensações, estados de espirito ou que aja sobre o interlocutor. Destas, temos:
alívio: ufa!
espanto: puxa!, xi! Oxe!
animação: avante!; upa!, coragem!
atenção: silêncio!, caluda!, psiu!
admiração: ah!, oh!, viche! (= virgem)
desejo: oxalá!, pudera!, tomara!
dor: ai!, ui!
aversão: chi!, irra!, ih!
aplauso: bravo!, apoiado!, viva!, muito bem!
repetição: bis!
dúvida: Hum!
interrogaçao: hein?, hem?
saudação: salve!, ei!, olá!, alô!, adeus!
apelo: alô!, ó!, ei!
advertência: alerta!, alto lá!, cuidado!
desacordo: ora!

O uso destas interjeições são usuais e devem ser acompanhadas da exclamação, mas cuidado! Use-as de acordo com o que realmente você deseja transmitir ao seu receptor.
PONTUAÇÕES
As pontuações nos auxiliam na produção do texto na expressão de sentimentos, organização sintática etc. Mas alguns sinais, que são bem utilizados, devem ser usados com atenção nas expressões dos seus sentimentos.
reticências: têm a função de indicar que a frase foi suspensa, houve dúvida, hesitação ou surpresa. (Muitos usam as reticências para dar pausa na ideia que está se produzindo, mas cuidado! Isso pode alterar totalmente o sentido do que você está querendo demonstrar).
aspas: função de isolar algo do contexto, citar algum texto, frase ou evidenciar determinados termos (gírias, arcaísmos, estrangeirismos).
exclamações: também conhecido como um ponto de admiração, devem ser usado após interjeições ou no fim de uma frase.

CAIXA ALTA
Colocarmos algumas palavras em caixa alta, remete a ideia de que alto está em evidencia. Mas note que colocar todo o texto em caixa alta, transmite a ideia de que estamos gritando. Por mais que essa não tenha sido a ideia quando foi criada a função nas máquinas de datilografia, mas hoje, com os recursos que temos para evidenciar algo, a opção caixa alta enquadrou-se neste conceito.

Então é isso amigos, use os recursos corretos para demonstrar corretamente o que vocês querem transmitir!

Espaço da Teacher Karen #2


Hello, my friends from Calendóscópio L.P.!
A contribuição da página Teacher Karen (https://www.facebook.com/Teacher-Karen-1017847294951933/) de hoje traz o assunto: Prefixo X Sufixo, porém na língua inglesa! Let's learn! \o/
Prefixos e sufixos são conjuntos de palavras que podem ser adicionadas ao final ou início de outra. Prefixos e sufixos dão outro significado a uma palavra.
Prefixos são adicionados no início de uma palavra gerando um novo significado a ela. Já os sufixos são adicionados ao final de uma palavra criando um novo significado a ela. 
Normalmente, a adição de um sufixo ou prefixo muda a classe gramatical da palavra. Em inglês, por exemplo, o verbo “like” (gostar) transforma-se em um adjetivo com a adição do sufixo “able”. “Likeabe” significa simpático ou amável. 
O substantivo “idol” (ídolo) se torna um verbo se o sufixo “ize” for adicionado, criando “idolize” (idolatrar). E um último exemplo, o substantivo “child” (criança) com a adição de “ish”, outro sufixo, se transforma em “childish” (infantil), um adjetivo.

Saiba mais:
“E-mail”, um termo que já entrou para o cotidiano da nossa língua portuguesa, é formado pelo prefixo “e-“, o qual faz referência a “eletrônico”. Este é um prefixo moderno que vem cada vez mais fazendo parte de nossas vidas em termos como “e-book”, “e-commerce” e “e-cash”.

Gostou do assunto? Mande dúvidas ou sugestões de sufixo e ou prefixos que queria saber!
See you soon, guys!
Teacher Karen.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

COMO USAR ESSE TAL DE ANEXO


COMO USAR ESSE TAL DE ANEXO?!
Olá, amigos. Tudo bem com vocês?
Existem várias dúvidas quanto o uso da palavra anexo. Muitas vezes eu escutei críticas por concatenar a preposição em + o substantivo anexo. Para entendermos melhor se realmente as críticas são, gramaticalmente, consistentes, vamos analisar a palavra atuando na sintaxe.
ETIMOLOGIA
Para prosseguirmos, vamos entender a história desta palavra. Anexo é uma palavra oriunda do latim Annexus, particípio passado de Annectere, que significa (AD = em + Nectere = unir, juntar, ligar.) Ou seja, Annectere é o mesmo que “em junção” ou “em ligação”. Logo, traduzida para a língua portuguesa como anexo. Veja que a tradução é anexo e não em anexo.

SINTAXE
Analisando a construção da oração, a palavra Anexo pode atuar como: verbo (anexar), como substantivo (anexo) ou adjetivo (anexo). Nesta reflexão, trataremos apenas da palavra atuando como substantivo e adjetivo.

I) Como Adjetivo
Quando a palavra anexo atua como adjetivo, ela acompanha a flexão do substantivo em gênero e número, como nos seguintes exemplos:

a) Mariana disse que o/s convite/s está/ão anexo/s a carta
b) Cristiane trouxe a nota anexa à lista.
II) Como substantivo
Considerando a atuação da palavra anexo como substantivo, pode-se permitir que ela seja antecedida pela preposição em, que estabelece ao substantivo a relação de tempo, lugar e especialidade. Vejamos alguns exemplos relacionados a preposição em:

a) Tempo: "Em Agosto viajaremos."
b) Lugar: "Devo estar em Brasília hoje a noite."
c) Especialidade: "Eu sou técnico em informática."
Tendo as relações em que a preposição em atuam bem fixadas, vamos repensá-la na oração, atuando junto ao substantivo anexo.
a) Cristina, segue/m a/s lista/s solicitada/s em anexo.
Neste caso, o substantivo anexo é invariável, ou seja, por mais que a oração esteja no plural, o substantivo não recebe a flexão de número. Percebemos também que a sua atuação está indicando que o arquivo enviado à Cristina, está dentro do veículo usado para transmitir a mensagem. Veja a atuação em outro exemplo:

João, os orçamentos estão em (ou NO) anexo!
Veja que no exemplo acima, podemos substituir a preposição “em” pela preposição combinada “no” (Prep. 'em' + Art. 'o' = Prep. 'No').

Com base nas análises acima, consideramos que a palavra anexo pode ser antecedida pela preposição “em” sem problemas, desde que a palavra esteja atuando sintaticamente na oração como um substantivo.
Contudo, "em anexo" existe, mas, em situações organizacionais, não está no registro formal. Por isso, aconselho utilizar anexo e duas derivações: anexo, anexos, anexa, anexas.
Vale ressaltar que quando a palavra anexo 
atua como adjetivo, não pode ser antecedida pela preposição em!

José Henrique Santos.